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quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Receita tupiniquim de molho pesto (de manjericão) "light"!

Grüezi mitenand!!! ("Olá pessoal!!!", no alemão-suíço) Ou talvez, pela receita deste post, seja melhor dizer: Ciao, gente!!

Pesto... Humm! Só de falar a palavra parece haver uma explosão de memórias olfativas, gustativas e prazerosas desse molho que é, certamente, um dos meus prediletos!




Trata-se de um molho de origem italiana que tem este nome devido ao tradicional modo como é feito: "Pestare" significa esmagar, triturar, em italiano e "pesto" é o nome do "socador" com o qual os ingredientes são esmagados em uma espécie de pilão, "mortaio".

A receita tradicional da região de Gênova usa folhas de manjericão italiano de folhas largas (que aqui no Brasil conhecemos por basílico), queijos Pecorino e Parmigiano Reggiano, além de pinoli (um tipo de castanha italiana)! Infelizmente, nem sempre esses ingredientes são facilmente encontrados por aqui (pelo menos no interior de Minas) ou, quando são, os preços não costumam ser muito convidativos!

Por esse motivo e por ser apaixonado por pesto, testei várias formas de chegar a uma receita mais prática e acessível, além de um pouco mais saudável! Assim, percebi que usar castanhas-do-Brasil (castanhas-do-Pará) em substituição ao pinoli culminou em um resultado igualmente maravilhoso, assim como usar um queijo parmesão de boa qualidade (de preferência ralado na hora) também não desmereceu a receita!

Se você não conhece, vale muitíssimo a pena experimentar! E se nunca usou ou não sabe como usar, acho que meu depoimento é de já ter testado com diversos tipos de alimentos. Com massas não há dúvidas de que forma um casamento inquestionável, mas eu também gosto muito de comer como molho de carnes, aves, peixes, além de usar em sanduíches, mistos, e saladas que tenham tomate como ingrediente!

Então vamos à receita...

Ingredientes (quantidade para quase 2 potes de geléia, como os da foto):

- 200 gramas de folhas de manjericão fresco (já lavadas e enxutas) - se achar o basílica (manjericão italiano de folhas largas), dê preferência, pois o aroma é bem melhor!!!
- 80 gramas de castanhas-do-Brasil (castanhas-do-Pará)
- 200 ml de azeite de oliva extra-virgem de boa qualidade
- 4 dentes de alho
- 50 gramas de queijo parmesão ralado (de preferência, ralado na hora)
- 1 pitada de sal (a gosto)

Modo de preparo:

Em um multiprocessador, colocar as folhas do manjericão, os dentes de alho, o azeite e as castanhas.
Processar até que fique um "purê" verde mais heterogêneo.
Acrescentar o queijo parmesão, processar novamente.
Após experimentar, ajustar o sal conforme seu paladar. 
(Mas lembre-se: quanto menos sal usar, melhor para seus rins, coração, vasos sanguíneos e estômago)

Pronto! O molho pesto está pronto para ser consumido! Este molho não vai ao fogo!

Agora é escolher uma massa de boa qualidade e focar sua atenção para as experiências sensoriais gustativas e aromáticas únicas que a combinação vai oferecer!

E mangia che ti fa bene!!!

Obs: É possível guardar o pesto na geladeira ou mesmo congelado, por várias semanas, desde que seja colocado em potes hermeticamente fechados e com uma camada de azeite de oliva extra-virgem sobre a superfície, para que não haja mudança de cor e perda das características.

terça-feira, 22 de julho de 2014

Salada rápida de manjericão e tomate: versátil, saudável, saborosa e aromática!

Olá, pessoal!

Como dito no post anterior, o uso de ervas aromáticas dá um toque especial e mais personalidade 1as suas receitas, desde as mais simples às mais sofisticadas!

A receita de hoje tem como destaque o manjericão, que dá a presença especial ao prato!

Acredito não ser novidade que a dupla tomate e manjericão é certeza de sucesso, sempre! Então, por que não começarmos por uma receita simples que tem praticamente os dois itens como ingredientes principais?


Ingredientes (quantidade para 1 pessoa que goste bastante de salada):

- 1 tomate grande sem as sementes (ou 2 tomates médios), em cubinhos
- Folhas frescas, limpas e enxutas de manjericão (eu usei 3 espécies que tenho na minha "horta", mas pode ser qualquer uma que você encontrar no supermercado), picadas grosseiramente.
- Sal (a gosto - tente usar o mínimo possível!!!)
- Pimenta do reino (a gosto)
- Azeite de oliva extra-virgem de boa qualidade

Modo de fazer:
Misture o tomate em cubinhos com o manjericão já picado, o azeite, o sal e a pimenta do reino.
Deixe descansar por uns 20 a 30 minutos.

Agora é só degustar da forma que preferir: isoladamente, junto a alface, acelga, rúcula (dependendo do gosto do freguês!!!)

Acredito ser uma opção saudável e saborosa para comer à noite, como jantar, pra quem procura perder peso e re-educar os hábitos alimentares! (Saladas no jantar acompanhadas por uma fonte de proteína magra são sempre uma boa pedida!)

Esta mesma salada já pronta pode ser usada para fazer uma deliciosa bruschetta. Basta acrescentar queijo parmesão ralado à mistura e colocar sobre uma fatia de pão italiano (já esfregado com alho e azeite) e levar ao forno!

Abraços.

Ervas aromáticas: cultive, decore, aromatize, deguste!

Olá, pessoal!

O post de hoje está ainda relacionado ao tema "SABOR", mas dessa vez, acredito que serve praticamente como uma dica de saúde!

Não consigo pensar em cozinhar sem usar alguma erva aromática fresca, ainda que seja apenas a clássica combinação de salsinha e cebolinha, tão difundida em Minas Gerais (e no Brasil).
É fato que as ervas aromáticas dão um toque especial e diferenciado aos pratos, assim como agregam valor nutricional importante, tendo em vista que são fontes de vitaminas e sais minerais, dentre outros elementos nutricionais.
Particularmente, eu prefiro as versões frescas, embora várias opções de ervas secas sejam mais disponíveis. E foi ao voltar para o interior (Patos de Minas, minha terra natal) que me deparei com a grande questão da falta de disponibilidade de ervas frescas variadas. Assim, a melhor opção foi criar uma "horta" aromática em casa, em vasos mesmo.

Aqui em Patos de Minas, quando decidi procurar por tomilho (minha erva predileta), praticamente ninguém sabia do que se tratava! Assim, até mesmo para conseguir mudas foi um desafio! 
Minhas primeiras mudas de tomilho surgiram de uma origem inesperada: das prateleiras de hortaliças de um supermercado de Uberlândia. Na ocasião de uma viagem a tal cidade, comprei um maço de tomilho, separei os ramos que me pareciam mais saudáveis e coloquei em recipiente com água até que criassem raízes (acho que demorou entre 10 a 14 dias)! A partir de então, transplantei para os vasos em que ficariam definitivamente! E para minha surpresa, grande parte das "mudinhas enraizadas"vingou! 

(Tomilho, plantado em vaso)

Com o tomilho-laranja eu usei a mesma técnica, que também é bem válida e prática para o manjericão! Mas no meu caso, consegui mudas já estabelecidas de manjericão, o que facilitou bastante! O mesmo aconteceu com o alecrim, sálvia, hortelã, orégano, capim cidreira e manjericão/basílico roxo.

 (Basílico roxo)

 (Hortelã)

 (Basílico / manjericão italiano)

(Capim cidreira) 

 (Alecrim)

(Tomilho-laranja) 

(Orégano)

Além de servirem como temperos, várias dessas ervas servem para preparo de infusões/chás com propriedades interessantes, além de aromas e sabores que por si só já garantem a apreciação!

Uma das grandes vantagens do uso de ervas aromáticas e condimentos é agregar sabor e aroma às receitas e permitir, assim, reduzir o consumo de sal! Essa é uma medida importante para pessoas portadoras de diversas doenças, como hipertensão arterial sistêmica, diabetes mellitus, doença renal crônica, insuficiência cardíaca, dentre várias outras. E pra quem é saudável e não tem (ainda) nenhum problema de saúde, reduzir o consumo de sal é uma medida de prevenção importantíssima!

Ao longo das receitas que eu compartilhar no blog, ficará mais claro como eu costumo usar frequentemente as ervas!

Mas uma dica simples pra quem já quiser testar: sabe aquela combinação bem brasileira de pão (de preferência integral) e queijo no café da manhã ou café da tarde? Procure adicionar um pouco de ervas frescas (ou mesmo secas, como orégano) no seu lanchinho e você se surpreenderá! Eu gosto de variar! Tem dia em que coloco tomilho, no outro dia, orégano, e por vezes, sálvia ou manjericão!

Outra dica rápida: quando passar pelo supermercado e ver um maço viçoso de manjericão, não resista! Leve pra casa, lave bem as folhas, e depois de enxutas e picadas grosseiramente, misture com tomates em cubinhos, uma pitada de pimenta do reino, cebola roxa picada em cubinhos bem pequenos, pra quem gosta, e sal a gosto (mais uma vez a dica: tente habituar-se com menor quantidade de sal!!!). Deixe descansar por uns 30 minutos! Sirva como parte de uma salada, com azeite de oliva extra-virgem (veja próximo post, com fotos e receita)...

... Ou coloque sobre fatias de pão italiano com mozarela e leve ao forno, pra fazer uma deliciosa bruschetta!



(Bruschetta)

E mais uma vez, MANGIA CHE TI FA BENE!!!

Um abraço a todos!